Mostrando postagens com marcador copa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador copa. Mostrar todas as postagens

Infomoney - 


Samy Dana, da FGV, acredita que os preços atuais embutem uma expectativa de que o Brasil dará um enorme salto econômico

SÃO PAULO – Os preços dos imóveis devem ter uma desvalorização severa após a Copa do Mundo de 2014, na opinião do professor da Escola de Economia da FGV (Fundação Getulio Vargas), Samy Dana.

O professor estima que os preços de alguns imóveis nas 12 cidades-sede podem despencar até 50% depois do evento esportivo, principalmente, na cidade de São Paulo. “Sem dúvida, os preços dos imóveis residenciais, mais novos e localizados nas regiões centrais de São Paulo vão cair mais”, destaca.



Algumas regiões vêm recebendo pesados investimentos em infraestrutura, o que, por consequência, valorizaria os preços dos imóveis. Além disso, há quem pense em lucrar com o aluguel de residências para turistas durante o evento.

A demanda por imóveis e por alugueis, de fato, existe, mas Dana defende que os patamares atuais de preços parecem infundados e muito acima do limite razoável.

“Os brasileiros acreditam que todos os problemas de infraestrutura, saúde e segurança do País serão resolvidos nos próximos dois anos, o que valorizaria todos os imóveis”, afirma o professor. “Os preços seguem um sonho, uma crença, não a realidade.”

Inadimplência
E não é somente a ilusão vinculada ao evento que deve puxar os preços para baixo, na opinião de Dana. Como o crédito imobiliário foi dado com mais intensidade entre 2009 e 2010, o ano da Copa pode marcar um período de grande inadimplência no setor.

“Os imóveis começam a ser entregues, surgem outros custos, a pessoa se enforca e fica inadimplente”, explica o professor. Isso, de acordo com ele, desencadearia uma onda de venda de imóveis, contribuindo para derrubar os preços.

Mau negócio
Por conta deste cenário, para o professor, os imóveis não são um bom investimento neste momento. “Quem for comprar para vender, vai perder dinheiro depois da Copa”, acredita.

Como o dono do imóvel não quer perder dinheiro com o negócio, no primeiro momento, ele não reduzirá o preço, mas o problema, segundo Dana, é que o comprador também não vai querer pagar. Conclusão: não há negócio.

“O primeiro sinal não é a diminuição dos preços, mas do número de negócios. A queda é um processo que demora um pouco mais para começar, mas à medida que mais pessoas querem vender, e menos querem comprar, os preços vão caindo”, diz.

Folha.com -

 

Em Curitiba, onde a oferta de apartamentos mobiliados para locação ainda é pequena, o mercado começa a se aquecer com a demanda da Copa de 2014 --o que também tem atraído os investidores "independentes".

O analista de sistemas Hermes de Sousa, 28, foi um dos pioneiros: anunciou o aluguel do apartamento onde mora, no centro da cidade, no início do ano. Colocou anúncios em três sites, gratuitamente, para "sentir o mercado". Já recebeu dez propostas.

"Até agora, foram só de brasileiros", diz ele, que incluiu uma descrição em inglês do imóvel --"located about 1 mile from Joaquim Américo Stadium", onde serão realizados os jogos.

Sousa ainda não fechou o aluguel para a Copa. Está esperando propostas de estrangeiros, que, acredita, podem pagar mais. Mas fez um teste no início do ano: alugou o apartamento, por 13 dias, para um casal do Amazonas.

"Deu tudo certinho", afirma ele, que recebeu o pagamento antecipado --R$ 1.000 pela temporada.

Nesse período, Sousa ficou na casa de parentes, que também vivem em Curitiba, e retirou alguns de seus bens, como notebook e roupa de cama, da casa. É a mesma estratégia que pretende usar durante a Copa.

"Você fala no Brasil, o pessoal pensa logo no Rio de Janeiro, mas Curitiba também tem uma fama legal lá fora. É uma chance de ganhar uma renda extra."

Exame - 



Hotel Soft Inn, da BHG, em São Luís, no Maranhão


São Paulo – A BHG assinou um contrato para administrar o empreendimento hoteleiro Soft Inn em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Segundo comunicado enviado nesta quarta-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o projeto ainda está em fase de desenvolvimento. A previsão é de que as operações comecem no primeiro trimestre de 2014.

O hotel, que terá 170 quartos, “pretende consolidar a atuação no segmento supereconômico em regiões que apresentem crescente atividade econômica e limitada oferta de hotéis de qualidade”, disse em nota a companhia.

Conforme a empresa, o empreendimento aproveitará a proximidade com vias de ligação entre os aeroportos e as regiões centrais da cidade, já que estará localizado entre o centro da capital mineira e o anel rodoviário.

Entrada em Minas


Este será o quarto hotel da BHG em Minas Gerais. No início de 2014, está prevista a abertura do Golden Tulip na região central de Belo Horizonte.

Já na região de Savassi, também na capital do estado, está sendo desenvolvido o Tulip Inn, que possivelmente entrará em operação em 2013. Outro hotel da mesma bandeira é administrado pela empresa em Uberlândia.

Para os corretores de verdade, no entanto, ainda é cedo para pensar em fechar negócios. Mesmo que os valores cobrados sejam em moeda estrangeira, dólar ou euro, o risco é grande. Afinal, em momento de crise da moeda europeia, ninguém sabe ao certo o que o futuro reserva.É normal que proprietários de imóveis que não conhecem esse mercado estejam se antecipando, já que eventos como a Copa

Os moradores de Fortaleza já começaram a ofertar aluguel de casas por temporada para a Copa do Mundo em 2014. Segundo reportagem do site G1, proprietários de residências no entorno do estádio de futebol Aderaldo Plácido Castelo, o Castelão, uma das 12 arenas que vão sediar os jogos da Copa, cobram até 25 mil euros por um mês de aluguel no período da competição. O estádio fica a cerca de 10

Jornal da Bahia - 


Ofertas em classificados on line exibem imóveis perto do estádio Castelão. Moradores oferecem aluguel por temporada das próprias casas
Moradores de Fortalezacomeçaram a ofertar aluguel de casas por temporada para a Copa do Mundo em 2014. Proprietários de residências no entorno do estádio de futebol Aderaldo Plácido Castelo, o Castelão, uma das 12 arenas que vão ser sede dos jogos da Copa, cobram até 25 mil euros por um mês de aluguel no período da competição. O estádio fica a cerca de 10 km do centro da cidade.

Por 20 mil euros o comerciante Igor Pinheiro está disposto a deixar a casa própria por um mês e cedê-la para aluguel. “Fica a 300 metros do Castelão, a pessoa vai a pé para o estádio, sem sacrifício. Na época da Copa a segurança vai ser reforçada por aqui. Ou seja, a pessoa vai ter um mês de tranquilidade e na comodidade de estar pertinho do estádio”, afirma Pinheiro.

O locador diz que, no período, vai morar na casa de um amigo com a família. Com o dinheiro do aluguel, ele pretende ampliar a casa. Pinheiro anunciou o aluguel em sites de classificados internacionais e já recebeu duas ligações de interessados, ambas da Itália. “Eles já demonstraram interesse em se instalar com uma equipe de jornalistas. Ainda não fechamos negócio, mas parece que vai dar certo sim”, diz.

O agente de viagem Flávio Rangel também pensa em alugar a casa dele para uma equipe de reportagem. “A casa é grande, espaçosa, cabe muita gente. É ideal para uma equipe de TV”, defende. Rangel ainda não definiu o preço que vai ser cobrado, ele espera fechar contrato com valor dependendo da quantidade de pessoas que ficarão hospedadas.

Entre os sites pesquisados pelo G1, o preço do aluguel para casas próximas ao Castelão variam entre 15 mil e 25 mil euros. Os proprietários citam como vantagem dos imóveis a proximidade da arena esportiva e obras de mobilidade urbano que devem estar prontas até a Copa do Mundo, em julho de 2014. .

Estão previstas para a Copa obras de ampliação no entorno do estádio, implantação do Metrô de Fortaleza e do Veículo Leve Sobre Trilhos. De acordo com a prefeitura de Fortaleza – responsável pelas melhorias nas ruas – e do governo do estado – que desenvolve obras nos metrôs – o trânsito deve estar desafogado até a realização do evento. As informações são do G1.











Exame - 

Brasileiros esperam ganhar mais de 30.000 reais com o aluguel de suas próprias casas na época da Copa de 2014

Evaristo Sá/AFP


Quem mora perto de estádios como o Mineirão está aproveitando a oportunidade


São Paulo – Nos próximos dois anos, brasileiros que não têm o costume de alugar imóveis para temporada esperam conseguir inquilinos para suas próprias casas por preços nada módicos. A Copa das Confederações, em 2013, e a Copa do Mundo de 2014 já levam os moradores de locais próximos aos estádios de futebol a anunciar pela internet a locação de seus imóveis. Os valores que os locadores esperam ganhar – por enquanto estimados e abertos a negociação – chegam a ultrapassar os 30.000 reais, por períodos que variam de alguns dias a um mês.

O enfermeiro Robert Sales, que não é marinheiro de primeira viagem, está prestes a fechar contrato com um grupo de dez pessoas – entre brasileiros de vários estados e estrangeiros - que desejam alugar sua casa em Taguatinga (DF). O objetivo é locar o imóvel por cinco dias durante a Copa das Confederações, no ano que vem, por 1.500 reais a diária, um total de 7.500 reais.

Para a Copa do Mundo, Sales espera receber algo em torno de 25.000 reais para sete dias. “Não tenho preferência por perfil de locatário, mas gostaria que fosse estrangeiro, para mostrar a hospitalidade do povo brasileiro”, diz. Há cinco anos o enfermeiro aluga a casa de três quartos – que não é sua residência – para eventos, como churrascos, aniversários e festas de empresas. O imóvel fica dentro de um condomínio fechado e tem 400 metros quadrados que incluem piscina e churrasqueira. Sua distância do estádio Mané Garrincha, sede da abertura da Copa das Confederações e de sete partidas da Copa do Mundo, é de 20 quilômetros, de 20 a 30 minutos de carro.

Já quem mora praticamente colado aos estádios pensa em locar a própria residência durante os eventos esportivos. É o caso de Aline Queiroz, que mora no bairro de Cajazeiras, em Fortaleza, a quinze minutos a pé do Estádio Castelão, onde ocorrem seis partidas da Copa de 2014. Ela está de mudança para outro apartamento na região, mas pretende alugar pela primeira vez seu atual imóvel para até dez pessoas.

“Tive essa ideia porque sei que já está havendo procura nessa região. Conheço gente que trabalha em corretora, e até uma vizinha minha já recebeu uma ligação de pessoas à procura de imóveis próximos ao estádio”, explica Aline, que ainda não fixou o preço, mas quer pedir um valor “dentro da média do mercado”.

Em Belo Horizonte, o mesmo movimento ocorre entre os moradores dos arredores do Mineirão, sede de seis partidas da Copa do Mundo. O servidor público Paulo Lima pretende alugar seu apartamento na Pampulha, a 20 minutos a pé do estádio, pela primeira vez. O preço ainda está aberto a negociação, mas Lima acredita que os aluguéis para a Copa do Mundo vão girar entre 30.000 e 40.000 reais.

Com um texto em inglês, Henrique Aiala anuncia na web seu apartamento recém-reformado a oito minutos de carro do Mineirão. O valor pedido está em dólar, mas o jovem de 32 anos diz que não faz diferença se o locatário for brasileiro ou estrangeiro. “Eu penso em alugar por algo de 10.000 a 15.000 dólares, mas só vou ter certeza quando chegar mais perto do evento”, diz Aiala, que deve ficar na casa dos pais enquanto os locatários estiverem no imóvel.

Tome precauções

Quem quiser aproveitar a oportunidade deve se lembrar de proteger seu imóvel. Afinal, alugar a própria casa, mobiliada, para pessoas estranhas que vão ficar por um curto período de tempo em clima de festa pode ser uma boa fonte de dor de cabeça. Quem já tem o costume de alugar por temporada dá a lição.

Robert Sales, que vai locar sua casa em Taguatinga, só fecha negócio com contrato, onde relaciona todos os móveis e utensílios da casa. Antes e depois da estadia dos locatários, faz uma vistoria na casa e fotografa todos os itens. Para se proteger de eventuais danos, o enfermeiro fez um seguro residencial, tanto para a construção, quanto para o conteúdo da casa – móveis e aparelhos eletrônicos. “Se houver algum furto, que é a ocorrência mais comum, o banco repõe”, explica Sales.

Os seguros residenciais costumam ter bom custo-benefício, não chegando a custar nem 1% do valor do imóvel. Outra forma de se proteger contra grandes danos à propriedade é pedir um cheque caução, que ficará como garantia para o proprietário e é devolvido ao final do contrato caso nada de errado aconteça.

Quem aluga para temporada pode também pedir um sinal, que costuma ser de metade do valor do aluguel, antes do período de locação. A outra metade é paga no dia da entrega das chaves. É um direito de quem aluga para temporada – isto é, por períodos de até 90 dias – pedir o pagamento adiantado. O locatário, por sua vez, também deve tomar seus cuidados e visitar o imóvel antes de fechar negócio. Ou pelo menos analisar fotos recentes. “Um dos rapazes que vai alugar para a Copa das Confederações mora em Brasília e foi visitar a casa. Ele gostou do que viu, por isso resolveu fechar negócio”, conta Robert Sales.

Brasil Econômico -



Estádio em Itaquera deverá ter investimentos de R$ 900 milhões

Antigos moradores e comerciantes da região pretendem deixar sua casas por conta do aumento dos preços.

Sonho antigo dos corintianos, a construção da Arena Corinthians na capital paulista será não apenas o palco do jogo de abertura da Copa do Mundo de 2014 no país como também o pontapé inicial de um projeto amplo de reurbanização que a Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado planejam para o bairro de Itaquera, um dos mais carentes da capital paulista.

Como consequência dos investimentos previstos, os imóveis da região valorizaram até 100% no último ano e o aumento tem forçado a retirada dos antigos moradores do bairro.

Apenas no entorno da nova arena estão previstas quatro obras viárias cuja verba total prevista pelo Comitê Paulista é de R$ 478,2 milhões. Do total investido, 72% será de responsabilidade do governo paulista e o restante da Prefeitura.

A licitação está sendo elaborada pelo Departamento Rodoviário (Dersa) e deve ser lançada ainda este ano, sendo que as intervenções viárias na região estão previstas para serem concluídas no início de 2014.

"Está prevista uma reurbanização de Itaquera para gerar emprego e serviços de alta qualidade e o estádio é o precursor desta iniciativa", afirma o urbanista Cândido Malta Campos Filho, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

Em comparação com outros estádios da capital paulista, como Morumbi, Pacaembu e Palestra Itália, o urbanista afirma que a Arena Corinthians será o primeiro a ser construído em um bairro popular.

"Obras como essa tendem a valorizar a região e será muito positivo para o bairro de Itaquera pelos projetos viários que estão previstos e melhora na frequência do transporte público", afirma Campos Filho.

Longe da Copa

Após décadas sem investimentos urbanísticos importantes na região, a construção da Arena Corinthians somada aos projetos que serão realizados até a Copa teve como consequência a valorização dos imóveis em até 100%.

E ao contrário do que muitos imaginavam, moradores e comerciantes do bairro pretendem acompanhar os jogos do Mundial em 2014 bem longe de Itaquera por causa dos maiores custos de vida e das incertezas sobre a segurança na região em dias de jogos.

Um exemplo é o comerciante Francisco Veríssimo da Silva, que mantém um pequeno restaurante há 36 anos na Avenida Águia de Haia, a 500 metros do novo estádio. "Os aluguéis que eram de R$ 400 até o ano passado, hoje está na casa dos R$ 800. Pretendo sair daqui neste ano, pois o estádio tirará o sossego de todos por aqui", afirma Silva.

Além da alta nos preços dos imóveis, moradores vivem hoje na incerteza de terem de desocupar suas casas devido aos projetos viários que estão previstos para a região. Segundo eles, a proposta oferecida para deixar suas casas foi de apenas R$ 1,5 mil.

Contatadas, tanto a Prefeitura de São Paulo quanto a subprefeitura de Itaquera não responderam as solicitações sobre as iniciativas previstas na área, número de moradores atingidos e contrapartidas oferecidas para que elas desocupem suas casas.

"O aumento dos aluguéis significará a saída de alguns moradores e esse efeito expulsador é inevitável em qualquer região que passa por uma valorização", diz Campos Filho. "A prefeitura tem de fazer sua parte que é cadastramento dos moradores e construção de novas moradias", completa.

Outros projetos

Além das vias previstas para o entorno da Arena Corinthians, o bairro de Itaquera terá até 2014 diversas melhorias por ser o local que receberá os jogos da Copa do Mundo na cidade de São Paulo. O principal deles é na melhoria do transporte sobre trilhos que chegam até a região, cujos investimentos previstos até 2014 chegam a R$ 2,5 bilhões.

A verba visa a compra de novos trens e melhora dos sistemas existentes tanto do Metrô (Linha 3-Vermelha) quanto da CPTM (Expresso Leste/Linha 11 - Coral). Com as iniciativas, a capacidade de transporte para a região será ampliada em cerca de 30%.

"As demandas por serviços na Zona Leste são maiores que as demandas para o estádio apenas. É um desafio operacional", diz Raquel Verdenacci, secretária-executiva do Comitê Paulista para a Copa 2014.

Com os investimentos no transporte de massa, as linhas sobre trilhos que vão até Itaquera terão capacidade de levar os 65 mil torcedores previstos para lotar a Arena Corinthians em cerca de 40 minutos.

O prédio de três andares é a realização de um projeto que começou em abril de 2010 e custou perto de R$ 8 milhões. Ontem, o dirigente esteve no local e viu funcionários dando os últimos retoques. Pela primeira vez o time fará sua preparação em Cotia. "A gente sempre sonhou em ter um negócio desses. O nosso futuro está aqui", O dirigente sempre desejou uma integração maior entre as categorias

Infomoney - 



SÃO PAULO – Comprar um imóvel na cidade de São Paulo ficou, em média, 92% mais caro desde o início de 2008. Isso quer dizer que aqueles que compraram um apartamento por R$ 100 mil há três anos, hoje conseguem vendê-lo por algo em torno de R$ 190 mil. Só nos últimos 12 meses, a valorização chega a quase 30%, tanto em São Paulo quanto nas outras capitais do País, de acordo com o índice Fipe Zap.

Apesar da forte alta verificada nos últimos anos, os preços devem continuar em ascensão por mais algum tempo, na avaliação do diretor executivo da Consul Patrimonial, Marcus Vinicius de Oliveira. Segundo ele, até 2017, a valorização deve ser impulsionada pela possibilidade de crescimento da economia e pelos investimentos que o País receberá.

Entretanto, a partir desta data, o Brasil não terá mais a expectativa de grandes investimentos produtivos - tanto internos quanto externos. “A margem psicológica de crescimento em função do pré-sal, da Copa do Mundo e da Olimpíada já terá passado”, afirma Oliveira.

Além disso, ele aponta que o déficit habitacional terá sido reduzido significativamente daqui a seis anos. “A classe baixa e classe média em ascensão já terão adquirido muitos imóveis”, diz. “A oferta, neste momento, já poderá estar um pouco acima da demanda por imóveis” continua.

De acordo com Oliveira, historicamente, locais que sediam Olimpíada tendem a viver após dois anos uma pequena crise no setor - com mais oferta e menos demanda. “A China neste momento já vive uma desvalorização imobiliária e o Brasil avança para atingir um pico antes da queda dos preços”, acredita. “Mas isso não significa que o mercado imobiliário não continuará se desenvolvendo. A valorização por metro quadrado é que terminará e o valor se estabilizará por um novo período. Novos ciclos ocorrerão em seguida”, continua.

Depende das regiões

Para o coordenador do MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil e professor do FGV Management, Pedro Seixas Corrêa, já é possível notar uma certa estabilização nos preços dos imóveis, que avançaram de forma rápida nos últimos anos. Mas isso também depende do tipo de imóvel e da região onde ele se encontra.

“Em alguns mercados, por conta do desequilíbrio entre a oferta e a demanda, os preços ainda podem valorizar por mais um tempo, pode ser que até 2017 mesmo”, aponta o professor. Ele cita como exemplo a cidade do Rio de Janeiro, que sediará os Jogos Olímpicos de 2016, além de jogos da Copa do Mundo de 2014, e que possui boas perspectivas de investimentos e crescimento por conta do pré-sal.

Entretanto, em outros locais, já é possível notar uma manutenção dos preços ou até mesmo sinais de arrefecimento. “Há regiões que ainda apresentarão alta, mas já há uma certa estabilização geral”, diz Correia.

Segundo ele, os imóveis comerciais é que devem apresentar uma melhor alternativa de investimento. “Isso porque ainda existe uma demanda não atendida por estes imóveis que deve continuar nos próximos anos”, diz.

Alternativas de investimentos em imóveis

O diretor executivo da Consul Patrimonial ressalta que, para aqueles que querem investir em imóveis, existem alternativas além da compra direta do bem. Um exemplo são os fundos de investimentos imobiliários.

“Esta é a melhor opção para quem quer aproveitar o 'boom' do mercado e não quer ter o trabalho de procurar um imóvel, negociá-lo, acertar as questões contratuais e ainda ter problemas com inquilinos”, afirma. “Basicamente, um fundo deste tipo é a divisão do empreendimento em cotas e cada pessoa pode comprar uma ou mais”, explica.

Além disso, ele ressalta a segurança deste tipo de investimento. “Pela norma da CVM (Comissão de Valores Imobiliários), somente uma instituição financeira pode fazer esta administração, o que reduz consideravelmente qualquer risco de golpe ou calote”, diz o especialista.

Entre as principais vantagens deste tipo de fundo, está a ausência de tributação para os rendimentos obtidos com o aluguel do imóvel e a possibilidade de diversificação do portfólio imobiliário com poucos recursos. A compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações.

Estado de Minas - 

Obras direcionadas aos evento Copa do Mundo e Olimpíadas que o país vai sediar nos próximos anos contribuem para a manutenção do ritmo de expansão da construção civil




"Mercado em 2012 e 2013 tem tudo para permanecer em alta. O cenário só mudaria se a renda e o emprego no país declinassem" - Alexandre Soares, diretor-superintendente da Habitare
O cenário positivo vivenciado pela construção civil nos últimos anos e traduzido nos estudos apresentados no Kit Qualidade Sinduscon-MG 2011 deve-se, em grande parte, ao senso de oportunidade dos empreendedores do setor, que transformam prováveis gargalos em novas possibilidades de negócios.

A burocracia ainda é o principal entrave, mas completam a lista a capacitação da mão de obra, a carga tributária elevada, os juros e encargos sociais altos e a escassez de terrenos em grandes centros urbanos. Alexandre César Soares, diretor-superintendente da Construtora Habitare, explica que essa última questão tem sido solucionada com a expansão para cidades da região metropolitana, como Nova Lima, Contagem e Vespasiano, e cidades do interior com mais 150 mil habitantes. “São lugares que têm renda e terrenos disponíveis e uma grande demanda por ofertas de empreendimentos.”

Para Alexandre, a forte demanda de pessoas em busca de moradia e a proporção inversa do desemprego em baixa e a renda em alta deu respaldo ao crescimento do setor e, pelo menos a curto prazo, não há sinalização de que isso vá mudar. “Pelo contrário, o mercado em 2012 e 2013 tem tudo para permanecer em alta. O cenário só mudaria se a renda e o emprego no país declinassem, assim como a oferta de financiamento. Outro pilar para esse cenário positivo é o financiamento. Pessoas com renda que queriam comprar um imóvel e não tinham mecanismos para isso, o que mudou.”

As obras direcionadas aos eventos esportivos que o país vai sediar nos próximos anos – a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 – contribuem para a manutenção do ritmo de expansão da construção civil, mas o crescimento, ao mesmo tempo, gera e necessita de inovações na área.

O economista Daniel Ítalo Richard Furlleti explica que, há 20 anos, o setor imobiliário era completamente estagnado e, por isso, carente de novidades. “No atual cenário, são imprescindíveis produtividade, melhores processos de gestão de canteiros de obra e novos produtos e métodos construtivos.”

De acordo com o diretor superintendente da Habitare, nesse sentido a empresa tem investido muito em equipamentos, principalmente em relação ao transporte de materiais e sistema de instalações prediais. “Trata-se de um processo de industrialização que vai caminhando a passos largos, de forma a padronizar os processos e reduzir o desperdício.”

PROTEÇÃO

Para quem teme que a nova dimensão da construção civil possa resultar em uma bolha imobiliária como a recentemente sentida nos Estados Unidos, Daniel explica que algumas particularidades brasileiras oferecem uma espécie de proteção a esse tipo de situação. “Entre eles está o fato de o valor do financiamento imobiliário ser, em média, de 60% a 75% do valor do bem, e do comprometimento do financiamento ser de até 30% da renda do interessado. Além disso, a análise para concessão do crédito no país é muito criteriosa. Por fim, o crédito imobiliário corresponde a menos de 5% do PIB, enquanto na Espanha, por exemplo, chega a 55%.”

Alexandre concorda e vai além. “Na Habitare, cerca de 90% dos clientes compram imóveis para uso próprio ou aluguel, não compram com intenção de venda. A compra do apartamento faz parte de um plano de vida. Se o mercado flutua, não vai fazer com que esse projeto seja abandonado. Algumas construtoras têm criado mecanismos para evitar a ação do especulador, mas não vejo essa ação no nosso mercado.”

Outras publicações do Kit de Qualidade Sinduscon-MG 2011

» As características da mão de obra na construção civil e a evolução do emprego no setor

A publicação traça o perfil da evolução do emprego na indústria da construção no país, por meio de estatísticas que demonstram o avanço no nível de escolaridade dos trabalhadores do setor e o crescimento da participação das mulheres.

» Encargos previdenciários e trabalhistas no setor da construção civil – 3ª edição

O estudo apropriou o impacto dos custos trabalhistas no setor da construção civil. Além da observância da legislação, a análise contou com uma ampla pesquisa de parâmetros básicos, o que possibilitou retratar bem o impacto dos custos com a mão de obra nas empresas do setor construtor.

» Construção em foco

O trabalho tem como objetivo estimular o debate sobre os mais diversos assuntos econômicos que estão na pauta do dia e como eles podem repercutir sobre as atividades da construção civil.

» Manual para licenciamento integrado de empreendimento de impacto em Belo Horizonte

Busca informar os empreendedores imobiliários sobre as etapas do processo de regularização dos empreendimentos de impacto e como obter as informações necessárias para atender as exigências da legislação ambiental e urbanística de BH.

» Alvenaria Estrutural

A alvenaria estrutural foi abordada em formato de gibi e visa informar os trabalhadores sobre os passos básicos para a construção nesse sistema.

» Programa Qualimat - Sistema Drywall

A publicação integra o Programa Qualimat - Qualidade dos Materiais, que consiste na produção de cartilhas que trazem orientações sobre os procedimentos de compra, inspeção, recebimento, manuseio e armazenamento dos insumos de uma obra.

A articulação nacional dos comitês populares da Copa-2014 elaborou um dossiê, divulgado ontem, no qual estima que entre 150 mil e 170 mil pessoas serão vítimas de remoções forçadas devido às obras do Mundial e da Olimpíada do Rio, em 2016.}
O relatório critica as três esferas governamentais por falta de transparência. Segundo os comitês populares, não há estimativas oficiais sobre o número total

Folha.com -


A articulação nacional dos comitês populares da Copa-2014 elaborou um dossiê, divulgado ontem, no qual estima que entre 150 mil e 170 mil pessoas serão vítimas de remoções forçadas devido às obras do Mundial e da Olimpíada do Rio, em 2016.

O relatório critica as três esferas governamentais por falta de transparência. Segundo os comitês populares, não há estimativas oficiais sobre o número total de despejos.

O dossiê ainda alerta para a "faxina social" que se abate sobre os locais onde ocorrem e ocorrerão as obras para os grandes eventos e para o desrespeito dos direitos humanos nas remoções.

"São aplicadas estratégias de guerra e perseguição", afirma o trecho do documento que se baseia em relatos focados em 21 vilas e favelas de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

O documento relata que, nas ações de despejo já realizadas nessas cidades, houve casos de marcação de casas a tinta sem esclarecimentos, de invasão de domicílios sem mandados judiciais, de destruição de bens móveis, de ameaças a moradores e de corte dos serviços públicos.

Em pelo menos sete das 12 cidades-sedes, os comitês populares organizaram ontem atos públicos até as prefeituras para a entrega do dossiê e de uma carta de exigências.

Entre as nove reivindicações elencadas, a carta defende o "despejo zero" na Copa e na Olimpíada. Além disso, cobra a inclusão popular nas decisões relativas a esses grandes eventos e a transparência na divulgação dos orçamentos das obras.

A carta também repudia a Lei Geral da Copa e o Ato Olímpico, que, segundo o documento, cria um "estado de exceção", uma vez que promoverá a flexibilização das leis federais, estaduais e municipais para atender as exigências da Fifa e do COI (Comitê Olímpico Internacional).

"Até agora, não é evidente que o legado da Copa e da Olimpíada contribua minimamente para a inclusão social e ampliação de direitos sociais, econômicos, culturais e ambientais", diz a carta, lembrando o risco de repetição do "desperdício de recursos públicos" que houve com o Pan do Rio-2007.

Cerca de R$ 30 bilhões devem ser investidos em obras nas 12 cidades-sedes da Copa.
Na Olimpíada, a conta inicial, apresentada em 2009, era de R$ 28,8 bilhões.

Correio Braziliense -

Valores chegam a mais de R$ 20 mil para 20 dias. Especialistas explicam como será a variação de preços e avisam: quem saiu na frente está agindo certo


Daniel de Jesus espera lucrar com a Copa: seu apartamento no Guará II já está anunciado à espera dos turistas

Alugar um apartamento de três ou quatro quartos no Guará II, hoje, custa algo em torno de R$ 1,5 mil e R$ 2 mil mensais — o equivalente a cerca de R$ 70 por dia. É um valor considerável, mas ínfimo se comparado ao preço cobrado por um imóvel semelhante na época da Copa do Mundo. Parece exercício de futurologia, mas se trata de valores praticados agora, a três anos do Mundial.

O servidor público Daniel de Jesus Ferreira é um dos brasilienses que resolveu ignorar o calendário e já anunciou seu imóvel para alugar na Copa do Mundo — afinal, lembra ele, Brasília vai sediar sete partidas, é a capital, ao lado do Rio, com o maior número de jogos.

E quem quiser alugar o apartamento de Daniel pode se preparar para desembolsar R$ 22 mil por 20 dias. Na ponta do lápis, cerca de R$ 1.300 diários, um montante 18 vezes maior que o cobrado hoje. A residência, justiça seja feita, tem lá suas regalias. O apartamento é uma cobertura na QE 40 no Guará II, tem quatro quartos, três banheiros, sala, cozinha, terraço, churrasqueira e até ofurô. Está localizado em um condomínio vertical com piscina, quadras de minigolfe e poliesportiva. Além disso, é próximo ao metrô, o que facilitaria a vida do torcedor que quiser chegar ao estádio rapidamente.

Por essas razões, Daniel acha o preço justo. “Eu vi que uma mulher do Rio de Janeiro estava alugando a cobertura dela para a Copa e pensei, ‘por que não?’. Pesquisei preços e decidi anunciar o meu”, conta. Daniel está tão adiantado no propósito de alugar que não esperou nem o apartamento ficar pronto. Isso mesmo: o prédio está em processo de finalização e só deve ser entregue no fim deste mês. “Eu comprei esta cobertura para morar. Vou mudar para lá quando ficar pronta e, na Copa do Mundo, saio para dar espaço aos que alugarem”, diz o rapaz, que pretende viajar na época.

Para agradar os hóspedes, o servidor público pensa em contratar um motorista que possa pegar os torcedores no aeroporto e levá-los também ao estádio. Na comunicação com os possíveis inquilinos gringos, ele diz se garantir no inglês, espanhol e está aprimorando o francês. A única preocupação diz respeito ao contrato de locação. “O contrato tem que ser especial, com pagamento adiantado, até porque são pessoas de fora, que não conheço.”

Segundo o vice-presidente do Sindicato da Habitação do DF (Secovi-DF), Ovídio Maia, Daniel tem razão. Quem pretende alugar um imóvel para o período da Copa do Mundo — e em qualquer outra ocasião, evidentemente — deve checar a procedência dos inquilinos. “Se for brasileiro, dá para pesquisar na CDL e no Serasa para ver quem é a pessoa. É importante a busca de informações antes de fechar contrato”, recomenda. Na hora de assinar o acordo, a ajuda de profissionais é sempre bem-vinda. “ É uma medida que ajuda quem está procurando o imóvel também. Nesta hora, vale boa-fé, equilíbrio e planejamento de ambas as partes.”

Como um hotel



A casa de Érika Nascimento conta com uma área de 300m2


A servidora pública Érika Nascimento, 41 anos, mora com o marido em uma casa no Condomínio Privê, no setor de mansões do Lago Norte. O lugar, de 300m², tem três quartos, sala, quintal com churrasqueira e ducha e está à disposição dos turistas na internet. Alugar a residência na época da Copa do Mundo significa um custo de R$ 1.500 por pessoa. Isso por dia.


O valor pedido, segundo Érika, também foi pesquisado na internet. “Vi algumas pessoas alugando em Belo Horizonte por esse preço. Conheço outras que até já fecharam contrato”, diz. Durante a estadia dos turistas/torcedores, ela oferecerá café da manhã, empregada, wi-fi, tevê a cabo e ainda uma van para traslado até o estádio. Assim como o servidor Daniel Ferreira, Érika vai sair de casa para dar lugar aos inquilinos temporários.


“Não tenho apego às coisas, não. Se quebrar, acontecer algo, a gente arruma depois. O dinheiro vai valer a pena. Temos que aproveitar a oportunidade”, diz. “É só ter cuidado na hora de fechar contrato. Eu vou procurar um advogado”, adianta.
Para ela, a Copa do Mundo em Brasília deve atrair muita gente por dois motivos: o fato de ser a capital do país e a quantidade de jogos a serem disputados aqui. “Já teve gente que me procurou e era aqui do Brasil mesmo”, conta a moça, que começou a anunciar sua casa na web em agosto.


Quem não tem uma casa inteira para alugar apela para a criatividade. A oferta da professora de patinação artística Nathália Gasparini, 25 anos, é de seu próprio quarto no apartamento em que vive com o irmão, na 303 Norte. “Peguei como exemplo a experiência de umas pessoas de Recife que alugam apartamento na época do carnaval. Chegam a cobrar 100 euros e conseguem alugar. Por que não ganhar dinheiro com isso, não é?”, raciocina a moça, que pensa em cobrar o mesmo valor na Copa. “O bom é que meu apartamento fica bem pertinho do estádio. A pessoa pode ir a pé, se quiser.”


Nathália pretende ficar no apartamento e dormir no quarto de hóspedes. Segundo a empreendedora de olho no futuro, uma maneira de controlar o que ocorrerá na sua casa.



Planejamento com (muita) antecedência

Para o diretor da Associação Brasileira de Negócios Imobiliários (ABNI), Pedro Fernandes, os imóveis serão as melhores alternativas para atender os turistas, já que a rede hoteleira, provavelmente, não será capaz de suportar a demanda. “As áreas mais procuradas serão as próximas do estádio: Setor Hoteleiro Sul, Asa Norte, Asa Sul e Sudoeste. Porém, como acreditamos que vai haver uma demanda grande, os outros locais também serão procurados”, comenta.

Na opinião de Pedro e do vice-presidente do Sindicato da Habitação do DF (Secovi-DF), Ovídio Maia, porém, ainda é muito cedo para prever quais serão os valores na época da Copa e como o mercado vai reagir à chegada dos turistas. “É uma situação nova para Brasília. É incomum esse tipo de locação temporária, algo mais recorrente em cidades praianas. Então, não há como saber”, diz Ovídio.

Pedro Fernandes argumenta que ainda não há valores altos ou baixos para o aluguel na época da Copa do Mundo, e o que definirá o preço é mesmo a demanda. “Sem dúvida, vai aumentar o preço. E estar perto do estádio ajuda a vender. Apartamentos de um quarto e flat já estão tendo uma procura grande e uma valorização. O preço subiu e as vendas estão aceleradas”, diz ele, referindo-se aos flats que custavam R$12 mil o metro quadrado e, agora, são vendidos por R$15 mil no Setor Hoteleiro e no começo da Asa Norte.

Apesar de considerar que a situação é meio imprevisível, Ovídio afirma que as pessoas que já estão colocando seus imóveis para aluguel não estão erradas. “Os estrangeiros costumam se planejar muito tempo antes quando vão viajar. Estamos tratando de um evento que já tem data, hora e local para acontecer. Então, as pessoas também podem se organizar antecipadamente para alugar seus imóveis”, diz.



Saiba maisRio de Janeiro e Brasília são as cidades que receberão mais jogos da Copa do Mundo de 2014: sete partidas no total. A capital do país assistirá à Seleção Brasileira no jogo decisivo da fase de grupos, em 23 de junho de 2014, e ainda recebe um confronto das oitavas de final (em 28 de junho) e um das quartas de final (em 5 de julho). A partida que decidirá o terceiro e o quarto lugar também ocorre no Estádio Nacional. Além do Brasil, os torcedores que estiverem em Brasília acompanharão, na primeira fase, outras duas seleções cabeça de chave

Fonte: Paranashop

A procura pelos apartamentos mobiliados deve crescer nos próximos três anos na capital paranaense. Esta é a expectativa dos empresários do mercado imobiliário, que acreditam que a busca por estas habitações deve se intensificar em função da vinda de estrangeiros, especialmente de executivos de grandes empresas, para trabalhar nas obras da Copa do Mundo, que terá como sede a cidade de Curitiba, em 2014. Alguns dirigentes de imobiliárias acreditam que, para este público, deve haver um crescimento de 30% na locação.

Para o presidente do Grupo Hestia, Gustavo Selig, as regiões do Água Verde e Batel, assim como Bigorrilho e Ecoville, devem ser os mais buscados para apartamentos. Pensando nos investidores interessados em aumentar os seus rendimentos por conta do campeonato, a empresa está comercializando algumas unidades do Poseidon, edifício residencial em construção na Vila Izabel, com os cômodos semi-mobiliados.

Em parceria com a Todeschini, a construtora disponibiliza cozinha com armários; área de serviço com aramado para vassoura, cabideiro e armário; suíte com armários, prateleiras, painel de cabeceira e criados-mudos com gaveteiro; dormitório com armários e painel de cabeceira e nos banheiros armário com gaveteiro.

“É uma grande vantagem para o investidor, pois, além de ele não pagar nada a mais por isso, os móveis vão valorizar a unidade e estar mais próximo das exigências dos empresários estrangeiros, bem como dos turistas, visto que muitos optam por uma locação temporária em vez de se hospedar em um hotel. Além disso, vai reduzir o investimento para complementação da mobília e equipamentos”, avalia Selig. De acordo com ele, o benefício corresponde a uma economia de aproximadamente R$ 80 mil para o proprietário.

Passada a Copa do Mundo, a rentabilidade do negócio está garantida. “Os apartamentos mobiliados e semi-mobiliados são a preferência de estudantes que vêm de outros Estados para estudar em Curitiba, bem como de executivos que usam a cidade como dormitório. Muitas vezes, este tipo de imóvel acaba tirando estes do flat por ter um tamanho maior e mais conforto”, relata Selig.

Entretanto, é importante atentar para a localização, investindo em regiões próximas ao centro da cidade. “É necessário que o imóvel esteja situado em local com segurança, com infraestrutura de comércio e serviços, acesso facilitado ao transporte coletivo e às vias que levam aos principais bairros da capital paranaense. O empreendimento deve estar próximo a uma via movimentada, mas longe do barulho e do agito do trânsito”, relaciona Selig.

Viva Real -

A Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis(AFIRE) divulgou recentemente o resultado de sua pesquisa anual onde o Brasil encontra-se na segunda colocação como país que oferece uma das melhores oportunidades de valorização dos investimentos imobiliários, perdendo somente para a China.

Em 2009, o Brasil ficou em primeiro lugar como um dos mercados mais atraentes para investimentos em imóveis no mundo, com uma porcentagem de 16% de aprovação. Deve-se levar em conta que entre os países emergentes, o Brasil está em 1º lugar, e atrai olhares de investidores internacionais para o mercado que surge alimentado pelos eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas.

Ótimas notícias para o Brasil

O Brasil passa recentemente por uma ótima fase de sua economia e também de projeções e perspectivas para um futuro próximo. A Organização das Nações Unidas (ONU), através de sua Conferência para o Comércio e Desenvolvimento, anunciou no início do mês de Setembro que o Brasil é o terceiro destino favorito das multnacionais para investimentos até o ano de 2012. Estados Unidos e países da Europa figuram abaixo do Brasil – que obteve 70 indicações das empresas que participaram do estudo.

Veja AQUI mais detalhes da pesquisa da AFIRE.

Estado de Minas - 

Aluguel para a Copa » Donos de lojas usam a Copa para elevar em até 180% o valor dos aluguéis em BH Contrato bem elaborado é a principal arma do locatário para evitar surpresas.


Gessiara Aricó Pedro encarou um reajuste de 42,85% no aluguel da loja que ocupa há 15 anos, na Savassi, mas clientes estrangeiros só devem chegar em 2014

Cafeteria com acesso à internet e integrada à loja de sapatos em pleno coração da Savassi. O negócio da empresária Gessiara Aricó Pedro tem forte potencial para atrair gringos no período da Copa do Mundo de 2014. As possibilidades que o Mundial de futebol vai trazer já estão sendo estudadas no programa da mulher empreendedora, curso que ela faz na Fundação Dom Cabral (FDC). Os lucros só vão ser colhidos daqui a dois anos. O que Gessiara não esperava é que suas contas iriam crescer tanto mais de dois anos antes do Mundial. O contrato de aluguel da loja onde está há 15 anos subiu 42,85%: acaba de passar de R$ 2,8 mil para R$ 4 mil. “Isso fora a taxa de IPTU e a de condomínio”, observa Gessiara.

De acordo com o professor Wanderley Ramalho, coordenador de pesquisa da Fundação Ipead, da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, para fugir do componente especulativo que ronda eventos como a Copa do Mundo, o locatário deve estar atento ao contrato. “É importante que haja atenção para os índices gerais de reajuste de preços desse mercado, que indicarão média razoável de variação, balizando a mudança no valor e impedindo que ela seja absurda.” Se o consumidor não fica atento, segundo o especialista, a tendência é embarcar nas “apostas em advinhação, que sempre caem na especulação e abrem caminho para preços que extrapolam a realidade do mercado”.

Na capital, a variação média de preços de imóveis comerciais acumula, nos 12 meses anteriores a setembro, alta de 12,58%, segundo pesquisa do Ipead, em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) e da Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI). Ou seja, qualquer reajuste de aluguel acima desse índice está além da média de mercado. A inflação no mesmo período foi de 7,55%. O preço médio dos aluguéis comerciais apresentou elevação de 0,79% em setembro. Por tipos imobiliários, os valores de locação para andares corridos subiram 0,45%; casas comerciais, 0,88%; galpões, 1,75%; lojas, 0,66% e salas: 0,57%.

Na prática, há casos em que os números são bem maiores que isso. “Os imóveis estão supervalorizados. Os donos de imóveis estão contando com os ovos antes da galinha. A Copa do Mundo, por exemplo, só vai acontecer daqui a dois anos”, afirma Gessiara. Ela tenta negociar com o proprietário da loja redução no valor do aluguel. “Com as obras da Savassi, o movimento caiu em torno de 40 a 50%. Alguns proprietários de imóveis estão até dando descontos para os lojistas. Não há justificativa para aumentar o preço agora”, diz Gessiara. Ela afirma que se o movimento da loja estivesse igual ao do período anterior às obras da Savassi ainda daria para segurar mais um pouco o valor do aluguel. “O problema é que as pessoas não querem enfrentar o trânsito e a falta de lugar para estacionar”, diz.

Argumentação

Assim como Gessiara, pequenos empresários dos mais diversos ramos e de diferentes regiões da cidade estão tendo que usar todos os argumentos para evitar reajustes muito elevados na locação dos imóveis. A negociação está árdua. As obras de infraestrutura da cidade e a Copa do Mundo estão entre as principais justificativas apresentadas pelos locadores, principalmente nas áreas da Savassi e Pampulha, Mercado Central e regiões hoteleiras.

Gustavo Oliveira Quadros é dono da Nossa Loja, no Mercado Central, de utilidades domésticas. Ele está no Mercado há 12 anos. O seu contrato de aluguel acaba de ser reajustado em 22%. “O meu movimento não cresceu nessa mesma proporção. Eles já estão subindo o preço do aluguel em função da Copa, mas não dá para esperar até lá. O Mundial vai durar só um mês, é pouco tempo para tanto barulho. E o que vai sobrar é o aluguel alto para a gente”, diz Quadros.

Otávio Lara de Siqueira tem uma loja de laticínios e embutidos no mercado e levou um susto maior: o preço do aluguel da unidade, de 13 metros quadrados, subiu 50% “Eles já pensam no futuro e na Copa. Mas o movimento não vai crescer assim até lá. No meu caso, caiu 10% ultimamente”, destaca Siqueira. Ele conta que tentou negociar o preço do aluguel, mas sem sucesso.

E, se o susto de Quadros e Siqueira foi grande com o índice de reajuste de aluguel no mercado, o que dizer de João Mossato, dono da Casa Segredo de Umbanda: seu aluguel subiu 180%. A loja, que vende artigos religiosos, está na mesma área há 10 anos e ocupa quatro metros quadrados. “Eu tentei negociar esse valor, mas não teve jeito. Como eu não tinha condições para abrir loja em outro lugar, tive que ficar”, diz. Ele prevê novos reajustes até o Mundial. “Eles acham que a gente vai ficar milionário com a Copa, mas meu movimento caiu em torno de 70% no último ano”, observa Mossato.

Pressão é a mesma em outras regiões

“A Copa do Mundo está aí, vocês vão ganhar muito dinheiro com os turistas.” A frase tem sido rotineira entre os proprietários de imóveis no ramo da hotelaria e alimentação, informa Paulo César Pedrosa, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindhorb). Ele revela que vários empresários do ramo estão sofrendo reajuste abusivo no preço da locação de imóveis. “Estamos sendo pressionados, sendo que muitos comerciantes já estão no ponto há muito tempo”, diz Pedrosa.

O hotel de Paulo César, no Centro da capital, era alugado há três anos por R$ 2,5 mil. Na recente renovação do contrato, o preço dobrou: passou para R$ 5 mil. “Eles alegaram que o preço estava defasado e que vem a Copa do Mundo aí. Tudo hoje é Copa, mas é difícil arcar com o aumento dos custos até lá”, ressalta o presidente do sindicato. Esse movimento, diz, acaba refletindo de forma negativa no mercado de aluguel. “Temos visto muitas lojas fechadas para alugar. Isso significa que o preço está muito alto, fora da realidade”, observa.

Na Pampulha, comerciantes de segmentos diversos também estão sendo surpreendidos com a notícia de reajuste de aluguel. “Houve supervalorização do aluguel na região. Vamos ter um mês de festa com a Copa do Mundo. O problema vai ser voltar à realidade, depois. Os gringos vão embora e tudo volta ao normal aqui depois”, observa Marcus Vinícius Bezerra, um dos sócios dos restaurantes Filé, pizzaria Massa e Sushi House, na Aavenida Fleming, região de grande concentração de bares e restaurantes.

Demanda

Para Ariano Cavalcanti de Paula, presidente da CMI e do Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (Secovi-MG), o movimento não é detectado ainda com valor estatístico e tem mais a ver com lei de oferta e procura, marcada por contextos específicos, do que por antecipação do efeito Copa. “Haverá, é claro, movimentos que levem ao aumento dos preços de aluguéis para os hotéis que resultará em maiores tarifas, mas esperamos isso mais para quando a Copa acontecer.”

Segundo Cavalcanti, o caso da Savassi, “em fase complicada diante da revitalização de grande porte”, tem a ver com o resgate do ambiente de preços: “O pessoal reclama que o aluguel subiu muito, mas esquecem-se do quanto ele caiu até 2004. O mercado tende a cobrar essa diferença”. O Mercado Central experimenta, ainda de acordo com ele, a clássica pressão por demanda. “Se não tem oferta e o fluxo de interesse em determinada região é crescente, os preços vão subir mesmo. Precisamos mudar esse discurso de que o especulador é bandido. A especulação é legítima”, defende. (GC e FB)

Infomoney -


SÃO PAULO - Antes mesmo de o futuro estádio do Corinthians, em Itaquera (zona leste da capital paulista), ser anunciado oficialmente como um dos palcos da Copa do Mundo de 2014, os imóveis próximos à região já tiveram valorização em torno de 30%. Entretanto, apesar das expectativas positivas, ainda não é possível saber se esta valorização se sustentará após o evento. Ao menos esta é a conclusão do economista e autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”, Luiz Calado.

“A construção do estádio e o evento em si trazem para a região um fluxo de pessoas, que tende a alimentar o comércio e trazer mais gente para morar na região (…) Além disso, haverá melhora em transportes einfraestrutura, o que, a princípio, traz valorização para os imóveis da região, mas ainda não é possível dizer se essa valorização irá se sustentar ou não. Caso haja desvalorização, contudo, acredito que será movimento geral e não isolado da região”, explica Calado.

Opinião parecida tem o presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), José Augusto Viana Neto, que em junho conversou com o portal InfoMoney sobre o assunto.

Na época, Viana disse acreditar em valorização para a região, como consequência da melhora da infraestrutura urbana. Entretanto, para ele, após a realização da Copa, pode ser que os imóveis da região não mantenham o mesmo percentual de valorização.

Imóveis comerciais
No que diz respeito aos imóveis comerciais da região, o gerente de incorporação da BNCorp, Danilo Camargo, diz que ainda não é possível observar aumento de preços no metro quadrado da região, que ainda não despertou interesse comercial.

Camargo explica que os imóveis comerciais localizados próximos ao estádio são mais simples do que os localizados em outras regiões, visto que são escritórios do tipo B (sem infraestrutura muito elaborada e de porte menor) utilizados, sobretudo, para call center.

Atualmente, revela, o metro quadrado de escritórios na região custa em torno de R$ 10 a R$ 15, sendo que ainda é cedo para traçar qualquer estimativa para o futuro.

O Povo -


"Aldo Rebelo foi presidente de uma CPI que investigou a CBF entre 2000 e 2001. É com o atual presidente da entidade que terá de travar negociações sobre a Copa de 2014".




A Prefeitura de Fortaleza corre para garantir a entrega das obras de mobilidade urbana para a Copa de 2014 a tempo. Ainda sobre as críticas feitas pela coluna, na última terça-feira, a Coordenadoria de Projetos Especiais e Relações Institucionais e Internacionais (Cooperii) informa que dos 500 imóveis que precisarão ser desapropriados para a execução das intervenções, em 100 deles as negociações já foram concluídas. Só com indenizações o Executivo terá que gastar R$ 50 milhões. Das quatro avenidas que passarão por obras, a Alberto Craveiro é a mais adiantada, com 30% dos processos resolvidos. As outras avenidas que receberão túneis, viadutos e outras melhorias são Via Expressa (cujas indenizações e desapropriações ficarão a cargo do Governo do Estado), Raul Barbosa, Dedé Brasil e Paulino Rocha. A Cooperii destaca ainda que o cronograma de obras está respeitando as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

O AUTOR DA AÇÃO

Em meio à disputa jurídica em torno do quadrilátero de 15 hectares entre as avenidas Padre Antônio Tomás e Antônio Sales, pairam dúvidas sobre a Associação Cearense dos Empresários da Construção e Loteadores (Acecol), entidade que tem questionamento judicialmente a existência da Arie. Quem seriam, por exemplo, os membros dessa associação? Onde ela se localiza? Desde quando a entidade atua? Quem empresas a compõem? Em um debate delicado, quanto maior a transparência entre os lados envolvidos, melhor.

Entretanto, colher informações sobre a entidade não é tarefa fácil. Por meio de busca simples na Internet, por exemplo, não é possível adquirir nenhuma informação sobre a Acecol, que não tem sequer um site. Telefones da sede da entidade? Também não foram localizadas nas listas telefônicas. Pesquisas nos autos dos processos que questionam a Arie das dunas do Cocó revelam alguns poucos dados. No Cadastro Nacional Sincronizado é possível descobrir que a Acecol existe desde o dia 11 de outubro de 1977, tendo como atividade econômica principal ações de “organizações associativas profissionais”. Já a natureza jurídicas é de “associação privada”. O endereço informado é a rua Leonardo Mota, número 1394, sala 1B. É possível descobrir ainda que a entidade possui dois diretores-presidentes: Severino M. de Athayde Neto e Luciano Andrade. E nada mais.


Os questionamentos acima destacados foram enviados por e-mail para Valmir Pontes, um dos advogados da entidade. Ele confirmou que a Acecol tem 34 anos e está “legitimamente constituída, devidamente registrada e em normal funcionamento”. O advogado, no entanto, disse que não poderia dar maiores esclarecimentos. “O resguardo profissional, que me obriga a preservar informações relativas à minha cliente, me impede de fornecê-las. Nem entendo que elas sejam importantes para a discussão de tão relevante matéria submetida à isenta prestação jurisdicional”, justifica. Valmir acrescenta ainda que “a litigar não estão ‘lados’, em sentido eventualmente pejorativo para um deles. Mas quem está ou não amparado pelo Direito. À Acecol não move, asseguro-lhe, qualquer interesse escuso ou ofensivo aos direitos públicos primários (da coletividade, inclusive os relativos ao meio ambiente), senão o de preservar a inteireza do ordenamento jurídico”.

QUEM DIRIA

Mesmo abalado diante do escândalo que derrubou o ministro do Esporte, Orlando Silva, o PCdoB conseguiu emplacar no cargo o deputado Federal Aldo Rebelo (SP), aquele mesmo que foi um dos principais responsáveis pela primeira derrota da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara. O novo ministro foi relator do projeto de reforma do Código Florestal e elaborou um texto que contrariou o governo em relação às metas de proteção ambiental, além de abrir brechas para os ruralistas que desmataram conseguirem anistia. Ou seja, entra no governo sem contar com 100% da confiança da presidente Dilma. Algo que já ocorreu na montagem da primeira versão do ministério. O resultado foi observado poucos meses depois. Além disso, Aldo foi presidente de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) entre 2000 e 2001. É com o atual presidente da entidade, Ricardo Teixeira, que terá de travar negociações para a Copa de 2014. Constrangimentos não irão faltar. Espera-se, pelo menos, pulso firme do novo ministro em relação às regras que a Fifa tentará impor para a realização do evento.